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terça-feira, 4 de maio de 2010

0 A santidade é o princípio-chave – João Calvino


1.         O plano das escrituras para a vida de um cristão é duplo: primeiro, que sejamos instruídos na lei para amar a retidão, porque por natureza, não estamos inclinados a fazê-lo; segundo, que aprendamos umas regras simples porém importantes, de modo a não desfalecermos nem nos debilitarmos em nosso caminho.

Das muitas recomendações excelentes que a Escritura faz, não ha nenhuma melhor que este princípio: "Sede santos porque eu sou santo."

Quando andávamos espalhados como ovelhas sem pastor, e perdidos no labirinto do mundo, Cristo nos chamou e nos reuniu para que pudéssemos nos voltar a Ele.


2.         Ao ouvir qualquer menção de nossa união mística com Cristo, deveríamos recordar que o único meio para desfrutá-la é a santidade. A santidade não é um mérito por meio do qual podemos obter a comunhão com Deus sem um dom de Cristo, o qual nos capacita para estarmos unidos a Ele e a segui-lo. É a própria glória de Deus que não pode ter nada a ver com a iniqüidade e a impureza; portanto, se queremos prestar atenção à sua exortação, é imprescindível que tenhamos este princípio sempre presente.

Se no transcurso de nossa vida cristã queremos seguir vinculados aos princípios mundanos, para que então fomos resgatados da iniqüidade e da contaminação deste mundo?

Se desejamos pertencer a seu povo, a santidade do Senhor nos admoesta a que vivamos na Jerusalém santa de Deus.

Jerusalém é uma terra santa, portanto, não pode ser profanada por habitantes de conduta impura.

O salmista disse: Jeová, quem habitará em teu tabernáculo? Quem morará em teu monte santo? O que anda em integridade, faz justiça e fala a verdade em seu coração."
O santuário do altíssimo deve manter-se imaculado. Ver (Lev. 19.2; 1 Ped. 1.16; Is. 35.10; Sal. 15.1, 2 e 24.3, 4.)

   A santidade significa obediência total a Cristo


1. A escritura não nos ensina somente o princípio da santidade, como também nos diz que Cristo é o caminho a este princípio.

Posto que o Pai nos tem reconciliado consigo mesmo por meio de Cristo, nos ordena que sejamos conformes à sua imagem.

Aqueles que pensam que os filósofos têm um sistema melhor de conduta, lhes pediria que nos mostrem um plano mais excelente que obedecer e seguir a Cristo.
A virtude mais sublime de acordo com os filósofos é viver a vida de acordo com a natureza, porém a Escritura nos demonstra Cristo como nosso modelo e exemplo perfeito.
Deveríamos exibir o caráter de Cristo em nossas vidas, pois o que pode ser mais efetivo para nosso testemunho e de mais valor para nós mesmos?

2.         O senhor nos tem adotado para que sejamos Seus filhos sob a condição de que revelemos uma imitação de Cristo, que é o Mediador de nossa adoção.
A menos que nos consagremos de maneira devota e ardente à justiça de Cristo, não só nos afastaremos de nosso Criador, como também estaremos renunciando voluntariamente ao nosso salvador.

3.         A Escritura acompanha sua exortação com as promessas sobre as incontáveis bênçãos de Deus e o fato eterno e consumado da nossa salvação.

Portanto, posto que Deus tem revelado a si mesmo como Pai, se não nos comportarmos como seus filhos seremos culpados da ingratidão mais desprezível.

Posto que Cristo nos tem unido ao seu corpo como membros, deveríamos desejar fervorosamente não desagradá-lo em nada. Cristo, nosso cabeça, tem ascendido aos céus; por tanto deveríamos deixar para trás os desejos da carne e elevar nossos corações a Ele.

Posto que o Espírito Santo nos tem consagrado como templos de Deus, proponhamos a nós mesmos, em nossos corações, não profanar Seu santuário, antes manifestar Sua glória.

Tanto nossa alma como nosso corpo estão destinados a herdar uma coroa incorruptível. Devemos, então, manter ambos puros e sem man¬cha até o dia do nosso Senhor.

Estes são os melhores fundamentos para um código correto de conduta. Os filósofos nunca se elevam por sobre a dignidade natural do homem, porém, a Escritura aponta-nos nosso salvador sem mancha, Cristo Jesus. Ver Rom. 6.4; 8.29.

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